Eu me sinto realmente mal por as pessoas não me conhecerem, por não saberem "quem sou eu", por não conseguirem enxergar nada através de mim. Pior. Quando conseguem, enxergam sempre o oposto, ou então meu lado mais mal interpretado. Sou julgada de estranha à gélida apática. Demasiada sentimentalista à calculista. Compassiva à cruel. Turbulenta à calma, morosa.
Poderia ser até plausível se nem mesmo eu me conhecesse, se nem mesmo eu me entendesse... mas pelo contrário, eu venho a ser a maior auto analítica que eu dantes havia visto.
Gostaria mesmo é que as pessoas se interessassem por minha natureza desconhecida e meu senso incompreendido, por minha psique intuitiva e minha anomalia penosa. Compreendo, apesar de tudo, que posso estar dispondo de uma enorme exigência, da qual a maioria pode não estar disposta ceder. Só não quero infringir suas leis que tanto o rodeiam, muito menos burlar suas regras e fazer tudo da forma que gostaria. Intrigante mesmo é ter consciência do que se passa, e mesmo assim, se por em uma postura de indiferença ao meio de uma platéia, junto aos outros expectadores; Todos sentados e assistindo. À espera de que o show termine, para que logo breve as cortinas se fechem e o público aplauda.
Não espero de mim e de minha vida mais um drama adolescente.. Cumprindo e interpretando os papéis da forma que são entregues. Também não sou mais uma frustrada e infeliz, da mesma forma que não apresento um temperamento colérico e caótico.
Eu sou eu. Quase nada, muito pouco.
Poderia ser até plausível se nem mesmo eu me conhecesse, se nem mesmo eu me entendesse... mas pelo contrário, eu venho a ser a maior auto analítica que eu dantes havia visto.
Gostaria mesmo é que as pessoas se interessassem por minha natureza desconhecida e meu senso incompreendido, por minha psique intuitiva e minha anomalia penosa. Compreendo, apesar de tudo, que posso estar dispondo de uma enorme exigência, da qual a maioria pode não estar disposta ceder. Só não quero infringir suas leis que tanto o rodeiam, muito menos burlar suas regras e fazer tudo da forma que gostaria. Intrigante mesmo é ter consciência do que se passa, e mesmo assim, se por em uma postura de indiferença ao meio de uma platéia, junto aos outros expectadores; Todos sentados e assistindo. À espera de que o show termine, para que logo breve as cortinas se fechem e o público aplauda.
Não espero de mim e de minha vida mais um drama adolescente.. Cumprindo e interpretando os papéis da forma que são entregues. Também não sou mais uma frustrada e infeliz, da mesma forma que não apresento um temperamento colérico e caótico.
Eu sou eu. Quase nada, muito pouco.
"Sutil, severa. asperosa e delicada; a posto de manifestações sentimentais, contraditórias ou não, porém reais."
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