violencnoviolet
julho 25, 2012
julho 16, 2012
julho 01, 2012
"Ok, olha não sei exatamente o que dizer, veja bem, a vida tem passado assim.. lenta e indistivamente; e meu dia, não estou aproveitando-o, não tenho nada referencial, pois todos os meus dias são domingo então fico perdida nele não sei se certa conversa que tive foi ontem, antes de ontem ou semana passada. Isso me decepciona. Todos os dias. Queria achar um certo tipo de beleza, em algo. mas simplesmente estou triste."
Exausto.
junho 28, 2012
junho 18, 2012
junho 16, 2012
Curdled Milk
Cut with dull scissors
And tie it with a ribbon
Curate it under the glass of my pendant
You've always said you hated the things you can't control
Like all the wild hair that grows from your follicles
And tie it with a ribbon
Curate it under the glass of my pendant
You've always said you hated the things you can't control
Like all the wild hair that grows from your follicles
I've been collecting pieces of your hair
To tuck away in the locket that i wear
Pretty stands that grew in your youth
Pieces that i'll always hold on to
Sweeter than a vial of your blood
Will never dry or disintegrate
Will never dry or disintegrate
Pieces you tie back when we make love
Now slipped away where they loyally wait
Now slipped away where they loyally wait
When you're old, grey and deceased
I'll still have parts of your young body
The one you lived in when you loved me — the rest of you now decomposing
I'll still have parts of your young body
The one you lived in when you loved me — the rest of you now decomposing
—
Desassocie-o com tesouras cegas,
E vincule-o com uma fita;
Cure-o sob o vidro de meu pingente.
Você sempre dissera que odiava as coisas as quais você não pode controlar,
Bem como todo o cabelo selvagem que cresce a partir de seus folículos.
Eu tenho vindo a recolher porções de seu cabelo,
Para dispor no medalhão que visto.
Belos fios que cresceram em sua juventude,
Remendos aos quais serei irei agarrar-me.
Mais doce que um frasco de seu sangue:
Nunca irá secar ou desintegrar-se.
Pedaços dos quais você amarrou para trás quando fazemos amor.
Agora, esgueirados onde lealmente esperam.
Quando você estiver velho, grisalho e falecido,
Eu ainda terei fragmentos de seu corpo juvenil,
Aquele no qual viveu enquanto me amou — a pólvora de você agora decompondo-se.
Um dia você estará morto e embalsamado,
Mas fragmentos de você serão ainda existentes.
Belos fios que cresceram em sua juventude.
Remendos aos quais sempre irei agarrar-me.
— BELL, Nicole. Hair Lockets.
maio 27, 2012
Eu serei seu espelho
Eu serei seu espelho
Refletirei o que você é, caso você não saiba
Eu serei seu vento, a chuva e seu pôr-do-sol
A Luz na sua porta pra ver quando você está em casa
Quando você pensar que a noite lê sua mente
Que dentro de você está cruelmente revirado
Deixe-me esperar pra mostrar que você esta cega
Por favor.. abaixe a suas mãos
Porque eu vejo você
Eu acho difícil acreditar que você não saiba
O quão bela você é
Mas se você me deixasse ser seus olhos
Uma luz em sua escuridão, então você não teria medo
Eu serei seu espelho
(Refletirei o que você é)
The velvet underground
The velvet underground
maio 09, 2012
maio 04, 2012
"A contemplação do fogo me fizera bem, confirmara e fortificara em mim tendências que sempre trouxera em meu interior, mas que jamais buscara estimular. Pouco a pouco fui apreciando-as, fragmentariamente, com maior nitidez.
Desde criança sempre me agradava contemplar as formas estranhas da natureza, não como observador que investiga, mas abandonando-me apenas ao seu encanto peculiar, à sua profunda e complexa linguagem. As longas raízes das árvores, os veios coloridos das pedras, as manchas de óleo sobrenadando na água, as fendas dos cristais, todas as coisas desse gênero tiveram desde muito para mim um singular encanto, como também a água e o fogo, a fumaça, as nuvens, o pó, e sobretudo as luminosas máculas que via movendo-se ao fechar os olhos."
Desde criança sempre me agradava contemplar as formas estranhas da natureza, não como observador que investiga, mas abandonando-me apenas ao seu encanto peculiar, à sua profunda e complexa linguagem. As longas raízes das árvores, os veios coloridos das pedras, as manchas de óleo sobrenadando na água, as fendas dos cristais, todas as coisas desse gênero tiveram desde muito para mim um singular encanto, como também a água e o fogo, a fumaça, as nuvens, o pó, e sobretudo as luminosas máculas que via movendo-se ao fechar os olhos."
Demian, Hermann Hesse. Pág. 94
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